A atuação de Mickael entre os homens.

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Mickael é citado no Novo Testamento, no Apocalipse de João, como o chefe dos anjos soldados que lutaram contra o dragão, Satã e sua horda maligna.

Ele é denominado como o “Príncipe das Legiões Celestes” que defende com Sua espada as Leis Divinas, combatendo os sete vícios capitais.
 
Na História Sagrada, Ele manteve as esperanças messiânicas vaticinadas pelos Patriarcas e Profetas; castigou o Egito com as dez pragas; guiou o povo de Israel através do Mar Vermelho e, no Monte Sinai, por vontade Divina, ditou os Dez Mandamentos a Moisés, ocultando posteriormente o túmulo que guardou o corpo do profeta, para evitar a idolatria do povo de Israel.


É o Arcanjo Mickael que luta com os anjos dos persas e dos gregos e também com Jacó e é considerado o anjo tutelar do povo hebreu em busca da Terra Prometida.
 


No ano de 313 dC, Constantino após um sonho com o Arcanjo, empunhando uma bandeira onde se lia a inscrição “In hoc signo vinces” (com este sinal – da cruz -  vencerás), assina o edito de Milão, reconhecendo o Cristianismo como religião oficial.

Mickael manifestou-se inúmeras vezes entre os homens e em meio a batalhas importantes da história, como por exemplo com Carlos Magno ante os Saxões, Joana Darc contra os ingleses, ao Papa Libério contra os Arianos, o Papa Alexandre III contra Frederico Barbaroxa e no exílio do Papa Pio VI  que reconduziu  a Sé pontifícia da França de Napoleão I à Roma novamente.